Fringe – Quinta Temporada

Os fãs de Fringe têm um motivo para grande comemoração hoje. Após muito tempo na berlinda, à beira do cancelamento, a FOX decidiu dar mais uma chance à série, fazendo com que ela possa ter um final adequado, afinal, uma série tão intrigante e inteligente, merece ser concluída dignamente.

A quinta temporada (já anunciada como última, para que ninguém tenha dúvidas) terá 13 episódios e servirá para que os roteiristas possam desenvolver a conclusão da história de forma correta, sem deixar os fãs orfãos de um final.

Apesar de todo o prejuízo que a série vem causando para o canal pela baixa audiência, a FOX está de parabéns pela atitude. Até porque, depois do cancelamento de Terra Nova, mesmo com a série tendo sido um sucesso de audiência, nada mais era certo e seguro.

House Series Finale

Depois da FOX anunciar o final de House (o que já era inevitável depois da saída da personagem mais interessante do seriado, Lisa Cuddy), os roteiristas estão preparando um final à altura da grandeza que a série conseguiu manter durante os últimos 7 anos.

Estamos falando do retorno de personagens centrais da série, que se perderam no caminho, e agora voltam para proporcionar um fechamento adequado para toda a trama.

Os primeiros nomes foram de Olivia Wilde (Dr. Remy ‘Thirteen’) e Kal Penn (Dr. Lawrence Kutner), esse último, inclusive, vai voltar dos mortos. Depois foi a vez de Amber Tamblyn (a superdotada Dr. Masters), e agora Jennifer Morrison (Dr. Cameron, que agora é a personagem principal de Once Upon a Time) também irá reaparecer, para encerrar de vez sua história com Chase e House no último episódio.

House tem perdido qualidade exponencialmente neste temporada, cada episódio tem sido mais cansativo e arrastado que o outro. Mas, com essa dose de nostalgia, acredito que prepararam um final de qualidade, pra fechar o seriado com chave de ouro, e podermos ter sempre aquela lembrança de que House M.D. sempre foi uma série sensacional.

Eu tive que ser persistente pra levar essa temporada até o final, mas agora estou curioso pra saber o que vai acontecer.

Promos da semana

Alguns promos dos episódios que serão exibidos semana que vem.

Greys’ Anatomy & Private Practice 2 hour crossover event

16 de fevereiro

Fringe – 4ª Temporada – Episódio 13

17 de fevereiro

The Vampire Diaries – 3ª Temporada – Episódio 15

16 de fevereiro

The Secret Circle – 1ª Temporada – Episódio 15

16 de fevereiro

Revenge 1×15 Promo

A noite que tanto esperamos.

The River

Segunda feira, estreou na ABC a série The River. Produzida por Steven Spielberg e criada por Oren Peli (diretor/criador/roteirista de Atividade Paranormal), a nova aposta do canal fez extensa propaganda utilizando os dois nomes fortes que a compõe. Ainda assim, a audiência da estreia foi considerada “razoável”, não foi ruim, mas também não chegou perto do esperado.

Em um episódio duplo, de uma temporada que terá apenas 8, fomos apresentados a um aventureiro que desapareceu na floresta Amazônica, e sua família que parte, junto a um canal de TV, em sua busca.

Como estão sendo constantemente filmados para um programa, todas as imagens do seriado são no estilo “found footage”, assim como acontece em Atividade Paranormal, apesar de que aqui, as câmeras parecem ser bem mais onipresentes, muitas vezes chegando à níveis excessivos.

Eu criei certa expectativa em cima do projeto, pois gostei muito do que foi feito em todos os 3 Atividade Paranormal, e toda essa expectativa acabou indo para o ralo em uma das piores estreias que já presenciei esse ano (pra não dizer ever).

Existe um certo mistério acerca do que teria acontecido com o aventureiro desaparecido, mas, talvez pelo curto prazo da temporada, ou por um desespero em prender a atenção dos expectadores, muito informação foi dada já no primeiro episódio, e da pior forma possível. Uma nativa chata (muito chata) tem todos os diálogos explicativos da série, jogando dezenas de informações na trama, que soam artificiais demais da forma que são apresentadas, deixar o mistério fluir e as coisas se explicarem (ou não) por si próprias daria mais ritmo à narrativa.

E o ritmo lento também atrapalha, cheguei a cochilar em alguns momento, levado pelo tédio de um roteiro pouco apurado e pela falta de carisma e entrosamento do elenco principal. Parece que cada um deles está em um filme diferente e eles se encontraram ali por acaso.

Eu vou acompanhar os 8 episódios da primeira temporada, afinal, já vi 25%, mas torcendo para que, se continuar nesse ritmo, a série seja cancelada por aí mesmo.

Adeus Dr. House

A FOX anunciou oficialmente ontem, o que muitos fãs da série House M.D. já esperavam, o fim. Após o final da sétima temporada, e o anúncio da saída de Lisa Edelstein (que interpretava o melhor personagem da série, a Dra. Cuddy), já era de se esperar que a qualidade da série pudesse sofrer um declínio.

E não demorou pra isso acontecer, aliás, no primeiro episódio já deu pra perceber que as coisas não seriam mais as mesmas. É estranho, mas, depois de 7 anos achando divertido o jeito brincalhão do Dr. House, nesta temporada, sem a Cuddy para “sofrer” os efeitos colaterais, ele simplesmente se transformou em um velho chato e idiota.

A adição de Charlyne Yi ao elenco foi uma boa sacada, ela é esquisitamente fofa e divertida, mas não é o suficiente para salvar o seriado da ruína, ela merece algo só dela, mais voltada para o lado cômico.

Talvez essa temporada tenha sido desenvolvida apenas para que a história pudesse ter um “desfecho”, mas achei totalmente desnecessário, a série acabou, pra mim, quando Lisa Cuddy se foi.

Promos da semana

Alguns promos dos episódios que serão exibidos semana que vem.

Revenge – 1ª Temporada – Episódio 14

08 de fevereiro

Fringe – 4ª Temporada – Episódio 12

10 de fevereiro

Grey’s Anatomy – 8ª Temporada – Episódio 14

09 de fevereiro

Private Practice – 5ª Temporada – Episódio 14

09 de fevereiro

The Vampire Diaries – 3ª Temporada – Episódio 14

09 de fevereiro

The Secret Circle – 1ª Temporada – Episódio 14

09 de fevereiro

J.J. Abrams não dorme

Todos os projetos que atualmente carregam seu nome na TV (Fringe, Person of Interest, Alcatraz, etc.) parecem não ser o suficiente para o diretor/roteirista/produtor J.J. Abrams. O canal NBC encomendou mais um piloto a ser produzido por J.J., desta vez em parceria com Eric Kripke (criador de Supernatural).

A série, intitulada The Revolution, ao menos tem uma proposta interessante, conta a história de um grupo de pessoas que lutam para sobreviver e se reunir aos seus entes queridos em um mundo onde todas as formas de energia do mundo misteriosamente desapareceram.

J.J. será Produtor Executivo da série, Kripke também será produtor, e ainda levará os créditos de criador/roteirista.

O lado bom disso tudo é que, se a série der certo, com Kripke produzindo e escrevendo, pode ser uma deixa para finalmente encerrar Supernatural de vez.

Revenge

Quarta-feira foi o dia de Revenge, entre as comédias de quarta, a série se destaca por trazer um peso (e que peso) dramático à um dia tão leve. O seriado da ABC conta a história de uma garota, Amanda Clarke (uma personagem que diz tudo com o olhar, em uma atuação incrível de Emily VanCamp), que volta à casa onde morou quando criança, para vingar a morte de seu pai. David Clarke, o pai, foi acusado de terrorismo, quando um avião de passageiros caiu, e David foi responsabilizado pela morte de todos os passageiros, o que ninguém sabe, apenas Amanda, é que ele foi vitima de uma armação de seus vizinhos, os poderosos Victoria (Madeleine Stowe sensacional) e Conrad Grayson.
Amanda assume a identidade de uma ex-colega de reformatório, e passa a ser Emily Thorne, aproximando-se da família Grayson, disposta a tirar tudo o que Victoria mais ama, em um elaborado plano de vingança.
No começo do episódio piloto, somos apresentados à uma cena no futuro, que será o season finale desta temporada. E apesar da cena ser reveladora, acredito que os escritores têm grandes surpresas quando ela realmente acontecer.
Revenge é uma série extremamente inteligente, assim como sua protagonista Emily. Sua forma de agir, as conexão que ela já tinha e as novas que realiza a cada episódio são desenvolvidas de forma tão inventiva que é impossível não se encantar pela série.
A primeira cena do primeiro episódio é uma frase de Confúcio que diz “Antes de embarcar em uma jornada por vingança, cave duas covas”. Indicando que o caminho de Emily não será fácil, e ela pode se machucar nesse caminho que escolheu para sua vida, e este último episódio trouxe à tona os resultados disso.
A marca registrada da série são as reviravoltas intrigantes do roteiro, e o final do último episódio trouxe a melhor de todas, deixando um gancho para o próximo episódio, que será exibido em 08/02, que indica que as cabeças vão começar a rolar com maior intensidade do que já aconteceu até agora.
Durante os 13 episódios que já foram exibidos, a história se desenvolveu naturalmente e não precisou utilizar do péssimo recurso dos “episódios linguiça”. Aguardaremos ansiosos pelo retorno da série em fevereiro, e o final que estamos aguardando desde que a série começou.

Alcatraz Unrated

Segunda-feira foi a estréia de Alcatraz. Em um episódio duplo, que na verdade foram dois episódios (existe uma diferença), a série apresentou o começo dos mistérios que já haviam sido mostrados no trailer. Na trama principal, todos os prisioneiros da famosa “Rocha” desapareceram misteriosamente em 1963, junto com os guardas, e agora, em 2012, eles começam a reaparecer, sem ter envelhecido um dia sequer, e sedentos por sangue, matando quem encontrar pela frente, dizendo que estão “seguindo ordens”.
A trama é interessante (apesar de amplamente utilizada em filmes e de uma forma um pouco diferente em outra série, The 4400), e parece que vai fazer uso do mistério principal para envolver o espectador. A adição de Jorge Garcia (o eterno Hurley) ao elenco dá uma suavizada na tensão, apesar de que, na verdade o personagem deveria se chamar Hurley, porque é ele, é a mesma pessoa, fazendo coisas diferentes do que ele fazia em Lost.
Outra adaptação de Lost foi a trilha sonora, que, se for analisada a fundo, não se encaixam de forma orgânica na trama, e acaba por ficar incômoda devido a grande semelhança que apresenta com o finado seriado. Eu acabei ficando tão envolvido na história que não prestei muita atenção na trilha.
Mas o que mais chamou minha atenção nos dois episódios iniciais foi a quantidade de mortes. Quando eu disse “matando quem encontrar pela frente” eu estava sendo literal, passou na frente de um deles, leva tiro. Não tenho a contagem de corpos oficial, mas eu lembro fácil de uns 10.
A protagonista é uma loirinha aguada um pouco sem graça, mas ainda é cedo pra julgar, afinal, alguns anos atrás, era essa a mesma impressão que eu tinha da Kristen Bell, hoje as coisas são um pouco diferentes.
Eu gostei bastante da estreia. O mistério não é novo, mas me envolveu, e eu sou esperançoso, acredito que a resolução possa ser algo inteligente e surpreendente.