Revenge

Quarta-feira foi o dia de Revenge, entre as comédias de quarta, a série se destaca por trazer um peso (e que peso) dramático à um dia tão leve. O seriado da ABC conta a história de uma garota, Amanda Clarke (uma personagem que diz tudo com o olhar, em uma atuação incrível de Emily VanCamp), que volta à casa onde morou quando criança, para vingar a morte de seu pai. David Clarke, o pai, foi acusado de terrorismo, quando um avião de passageiros caiu, e David foi responsabilizado pela morte de todos os passageiros, o que ninguém sabe, apenas Amanda, é que ele foi vitima de uma armação de seus vizinhos, os poderosos Victoria (Madeleine Stowe sensacional) e Conrad Grayson.
Amanda assume a identidade de uma ex-colega de reformatório, e passa a ser Emily Thorne, aproximando-se da família Grayson, disposta a tirar tudo o que Victoria mais ama, em um elaborado plano de vingança.
No começo do episódio piloto, somos apresentados à uma cena no futuro, que será o season finale desta temporada. E apesar da cena ser reveladora, acredito que os escritores têm grandes surpresas quando ela realmente acontecer.
Revenge é uma série extremamente inteligente, assim como sua protagonista Emily. Sua forma de agir, as conexão que ela já tinha e as novas que realiza a cada episódio são desenvolvidas de forma tão inventiva que é impossível não se encantar pela série.
A primeira cena do primeiro episódio é uma frase de Confúcio que diz “Antes de embarcar em uma jornada por vingança, cave duas covas”. Indicando que o caminho de Emily não será fácil, e ela pode se machucar nesse caminho que escolheu para sua vida, e este último episódio trouxe à tona os resultados disso.
A marca registrada da série são as reviravoltas intrigantes do roteiro, e o final do último episódio trouxe a melhor de todas, deixando um gancho para o próximo episódio, que será exibido em 08/02, que indica que as cabeças vão começar a rolar com maior intensidade do que já aconteceu até agora.
Durante os 13 episódios que já foram exibidos, a história se desenvolveu naturalmente e não precisou utilizar do péssimo recurso dos “episódios linguiça”. Aguardaremos ansiosos pelo retorno da série em fevereiro, e o final que estamos aguardando desde que a série começou.

Alcatraz Unrated

Segunda-feira foi a estréia de Alcatraz. Em um episódio duplo, que na verdade foram dois episódios (existe uma diferença), a série apresentou o começo dos mistérios que já haviam sido mostrados no trailer. Na trama principal, todos os prisioneiros da famosa “Rocha” desapareceram misteriosamente em 1963, junto com os guardas, e agora, em 2012, eles começam a reaparecer, sem ter envelhecido um dia sequer, e sedentos por sangue, matando quem encontrar pela frente, dizendo que estão “seguindo ordens”.
A trama é interessante (apesar de amplamente utilizada em filmes e de uma forma um pouco diferente em outra série, The 4400), e parece que vai fazer uso do mistério principal para envolver o espectador. A adição de Jorge Garcia (o eterno Hurley) ao elenco dá uma suavizada na tensão, apesar de que, na verdade o personagem deveria se chamar Hurley, porque é ele, é a mesma pessoa, fazendo coisas diferentes do que ele fazia em Lost.
Outra adaptação de Lost foi a trilha sonora, que, se for analisada a fundo, não se encaixam de forma orgânica na trama, e acaba por ficar incômoda devido a grande semelhança que apresenta com o finado seriado. Eu acabei ficando tão envolvido na história que não prestei muita atenção na trilha.
Mas o que mais chamou minha atenção nos dois episódios iniciais foi a quantidade de mortes. Quando eu disse “matando quem encontrar pela frente” eu estava sendo literal, passou na frente de um deles, leva tiro. Não tenho a contagem de corpos oficial, mas eu lembro fácil de uns 10.
A protagonista é uma loirinha aguada um pouco sem graça, mas ainda é cedo pra julgar, afinal, alguns anos atrás, era essa a mesma impressão que eu tinha da Kristen Bell, hoje as coisas são um pouco diferentes.
Eu gostei bastante da estreia. O mistério não é novo, mas me envolveu, e eu sou esperançoso, acredito que a resolução possa ser algo inteligente e surpreendente.

Fringe 4X08 e as mensagens escondidas

FRINGE voltou do hiatus na última sexta-feira(13), e foi um episódio intenso, como sempre acontece no meio da temporada, uma espécie de impulso pra encaminhar a trama para o final, e foi bem isso que aconteceu.
Depois de algum tempo arquitetando um plano, os agentes do nosso universo foram confrontar o Walternativo, acreditando que ele é o responsável pelos novos metamorfos, mas, em uma reviravolta em toda a história da série, acabamos descobrindo que o Walter(nativo) não é exatamente o que nós pensávamos. Este é um recurso que J.J. Abrams usa em todas as suas séries, a dualidade do caráter de um personagem, assim como aconteceu com Arvin Sloane em Alias, e de uma forma muito mais intensa, com o absurdamente bipolar Benjamin Linus em LOST.
Mas pra mim, o mais importante nesse episódio, foi descobrir que os símbolos do seriado, que aparecem durantes os cortes de cena, são mensagens que vêm sido fornecidas desde o episódio piloto da primeira temporada. São 8 símbolos configurados de 36 formas diferentes, cada um representando uma letra do alfabeto. Eu descobri um pouco tarde, mas ainda dá tempo de brincar um pouco.
Algumas vezes a palavra referente ao episódio apenas indica alguém ou algo importante para aquela trama, mas, para os fãs mais atentos, algumas mensagens indicam revelações futuras.
Durante os episódios 05, 06 e 07, as palavras formadas diziam, respectivamente, STILL; ALIVE; DAVID, então a série entrou em hiatus. Quem formasse as palavras, podia acabar descobrindo, antes do retorno da série, que o personagem David Jones, que morreu (em uma dos diversos universos/linhas temporais apresentados), iria voltar. Então, neste episódio de estreia pós hiatus, veio a palavra JONES, confirmando as suspeitas, e apresentando o retorno do personagem como o responsável pelos metamorfos.
Agora, os dois universos têm um inimigo em comum, o que pode fazer com que haja uma união de verdade entre eles, afinal, o nome do próximo episódio é “Enemy of my enemy”. Vale a regra…o inimigo do meu inimigo…é meu amigo.
O final do episódio foi surpreendente e inesperado (SPOILER ALERT). O observador foi baleado (por quem?¿ por que?¿), e antes de desaparecer misteriosamente como sempre faz, alertou Olívia que não existe esperança para ela, ele havia olhado em todos os futuros possíveis, e em todos eles, ela tinha que morrer.

ABC didn’t Work It

A ABC decidiu, depois de exibir apenas 2 episódios, cancelar Work It. O programa foi tirado imediatamente da grade do canal, e reprises de Last Man Standing serão exibidas no lugar da finada série, até que alguma outra possa assumir seu lugar, a baixa audiência dos dois primeiros episódios foi a causa.
Eu lamento, não o final de Work It, mas a ABC não dar valor ao que realmente vale a pena. Lamento não terem dado continuidade à ótima comédia Better With You, que tinha um imenso potencial e foi cancelada no final da primeira temporada, e lamento mais ainda não ter sido divulgada a data de estréia da terceira temporada de Cougar Town, que poderia estar sendo exibida desde janeiro, mas a ABC resolveu investir em um projeto furado.
Olhem como a Courteney ficou decepcionada…shame on you, ABC!!!

As Aberturas de Fringe

Depois do presidente da Warner acalmar um pouco os ânimos das discussões dizendo que não pretende (nada foi resolvido ainda) cancelar Fringe nessa temporada, a série volta hoje do hiatus.
Fringe está na minha lista “Top Five Series of All Times”, gosto dela desde o começo, e apesar de alguns episódios cansativos e difíceis de engolir, sempre fui fascinado por esse tipo de ciência absurda, como já disse antes.
Uma das características mais interessantes da série, na minha opinião, é a abertura, que muda de acordo com o desenrolar da história. Até agora, ela já teve quatro versões.

ABERTURA TRADICIONAL
Utilizada na maioria dos episódios, e quando a trama alternava entre um universo e outro, esta abertura indicava que o episódio em questão se passaria inteiramente no nosso universo

ABERTURA RETRÔ
Utilizada em um episódio de flashback que foi importante para o desenvolvimento da história

ABERTURA VERMELHA
Utilizada em episódios que se passavam exclusivamente no Universo Paralelo

ABERTURA AMARELA
Utilizada na quarta temporada, para simbolizar a união dos universos

Tabela de Séries

Uma tabelinha com todas as séries que eu assisto episódio por episódio e serão acompanhadas aqui no blog. As que eu não assisto também serão noticiadas, apenas não criticadas em cada episódio.

SEGUNDA
    How I Met Your Mother    
    2 Broke Girls    
    Terra Nova    
    Mike & Molly    
    House    
    Two and a Half Men    
    The Big C    
    Pretty Little Liars    
    Alcatraz    

TERÇA
    Body of Proof    
    Ringer    
    Glee    
    Work It    

QUARTA
    Modern Family   
    Happy Endings        
    I Hate My Teenage Daughter   
    The Middle   
    Revenge    
    Suburgatory    
    Cougar Town    
    Are You There, Chelsea?    

QUINTA
    The Big Bang Theory    
    Bones   
    Grey’s Anatomy   
    The Secret Circle    
    The Vampire Diaries    
    Rules of Engagement    
    Private Practice    
    Person of Interest    

SEXTA
    Fringe       
    Grimm    
    Supernatural    

DOMINGO
    Desperate Housewives   
    Pan Am   
    Once Upon a Time   
    True Blood   
    Dexter   
    House of Lies    
    The Firm    

O Caso Fringe

Ano passado, os fãs de Fringe sofreram momentos de agonia enquanto os executivos da FOX decidiam se a série seria renovada ou não para uma quarta temporada. Depois de muita conversa, a renovação veio, deixando os entusiastas pela série aliviados, pois poderias continuar acompanhando a trama dos universos paralelos.
Este ano a história se repete, todas as temporadas já estão pela metade, e é hora de começar a discutir cancelamentos e renovações, e Fringe foi parar na berlinda mais uma vez. Kevin Reilly, presidente da FOX, teceu milhares de elogios à série, disse que divide a mesma paixão dos fãs pelo seriado, e ficou feliz de saber que, mesmo com a mudança de dia de exibição (de quinta para sexta) os fãs continuaram fiéis ao show. Mas as boas notícias acabam por aí, logo em seguida ele foi direto ao ponto e disse: “é um programa caro, e nós perdemos muito dinheiro com Fringe. Com a atual audiência e o dia de exibição, é praticamente impossível fazer dinheiro com a série. E nós não estamos aqui para perder dinheiro.”
Ainda afirmou que haverá uma reunião para discutir o futuro da série, junto com a Warner Bros (estúdio que realiza as filmagens), mas, os roteiristas terão que entregar o season finale antes da reunião, de acordo com o calendário oficial. Ou seja, se a série for cancelada, ela pode acabar sem um final apropriado.
J.J. Abrams rebateu as alegações dizendo que está esperançoso, e que muitas coisas boas estão programada para esta temporada, e afirmou ter planos para uma quinta temporada, soltando no final “se não na FOX, em algum outro lugar”.
O assunto rendeu e Joshua Jackson resolveu se manifestar, em certos pontos apoiando o presidente da FOX, dizendo que eles não são uma instituição de caridade, portanto não podem realmente ficar gastando dinheiro em algo que não dá lucro, mas também defendeu sua série, dizendo que Fringe tem uma história, e que, se ela tiver que ser cancelada, merece uma chance de ter um final. O presidente da FOX então se manifestou dizendo que concorda que a série não pode acabar sem um final, e deixou a batata quente nas mãos do presidente da Warner, dizendo que se o estúdio fizer algumas concessões acerca dos custos de produção, eles podem inserir uma quinta temporada na grade do canal.

Eu gosto bastante de Fringe, não apenas porque sou “Team J.J.”, mas porque a trama me agrada, desde o começo. Adoro ciências absurdas, e Fringe leva isso à um nível nunca antes experimentado. Talvez a quinta temporada fosse o ideal para terminar a série. J.J. sempre fez suas séries co-existirem durante um tempo (Alias com FelicityLost com AliasFringe com Lost – e agora Alcatraz com Fringe), mas eu acho que mais um ano só de Fringe é o suficiente, para que ele possa se entregar totalmente à Alcatraz.
Se for mesmo acabar agora, na quarta temporada, espero que todos sejam ouvidos e dêem uma chance pra série ter um final planejado.

Once Upon a Time…

Era uma vez…uma cidadezinha no Maine chamada Storybrooke…onde o tempo não passava, e todos os moradores eram vítimas de uma maldição. A Madrasta da Branca de Neve lançou um feitiço, e todos os felizes personagens de contos de fadas foram transportados para o mundo real, e teriam que viver uma vida diferente de seus finais felizes, sem lembrar quem eram.
A única salvação de todos eles é a filha da Branca de Neve, que, antes da maldição se completar, foi transportada, através de um guarda-roupa mágico, para outro mundo, ficando assim livre do feitiço, para que um dia pudesse voltar e libertar todos os personagens.

Essa é a base do roteiro de Once Upon a Time, estreia do canal ABC nessa temporada.

A teoria é interessante…a prática…é incrível.
A série tem como protagonista Emma Swan (Jennifer Morrison, a Dra. Cameron, de House), que recebe a visita de seu filho que foi entregue para adoção, e este a leva para essa cidade misteriosa, onde supostamente o tempo não passa. Uma vez lá, Emma quebra o feitiço e o tempo começa a passar normalmente, ficando assim difícil acreditar nas coisas que seu filho Henry diz.
Henry é criado como filho adotivo da Bruxa Má, responsável pela maldição, que agora se chama Regina, e aparentemente é a única que tem ciência de tudo que acontece, uma vez que foi ela quem lançou o feitiço. Mas existe outro personagem misterioso (Mr. Gold, ou, no mundo do conto de fadas, Rumpelstiltskin), que – apesar de não ter sido confirmado – dá dicas em todos os episódios de que ele também sabe o que se passa na cidade.

O roteiro é muito bem amarrado, e quando somos transportados aos flashbacks do mundo de fantasia, a forma como todos os personagens dos contos de fada se relacionam é simplesmente genial.

Branca de Neve é a chave de toda a história, mas nesses 7 episódios iniciais já visitamos Cinderela, O Grilo Falante e a Chapeuzinho Vermelho apareceu no mundo real, estamos na espera da história dela. As histórias são leves e divertidas, mas aparentemente isso está prestes a mudar, pois o último episódio antes do hiatus terminou com a morte (assassinato, pela Rainha Má) de um dos personagens centrais da trama. Agora é hora de começar a se preocupar com as ações da Bruxa, que aparentemente parecia apenas uma descontrolada mental inofensiva.

Once Upon a Time acabou entrando em uma disputa direta com Grimm, série da CW que também traz personagens de contos de fadas ao mundo real, mas uma comparação entre os dois fica pra um próximo post.

A série é exibida aos domingos, e parece ser um bom substituto para preencher o buraco que Desperate Housewives vai deixar quando acabar este ano.

Desperate Housewives – Kiss Them Goodbye

Hoje é dia do retorno de Desperate Housewives. Desde que eu sou um acompanhante assíduo de séries, Desperate Housewives é minha preferida. Apesar da minha paixão (doença) por LOST, eu ainda tinha Desperate acima dele, em um pedestal.

E agora está acabando. Cada episódio dessa oitava e última temporada, é um episódio mais perto do final, e eu sei que vai ser uma das séries que mais vou sentir falta. Não vai ser a mesma coisa começar as estréias de 2012, em setembro, sem ter DH.

Cena do último episódio, antes do hiatus. Apesar de saber que não vão matar a Bree (não agora), me deixou com o coração na mão, é uma das cenas mais lindas, emocionantes e angustiantes desses 8 anos de série.

Grey’s Anatomy – 8ª Temporada – Episódio 10

Eis que na noite da última quinta-feira, Grey’s Anatomy voltou à velha forma. Mas até quando?¿ Na sétima temporada, a impressão que eu tive foi que o season finale havia sido exibido transferido para o meio da temporada, com o episódio duplo/musical do acidente da Callie. Devido à intensa carga emocional do episódio, eu cheguei a pensar “é, dessa vez o season finale vai ser sensacional”, mas eu não sabia que os roteiristas haviam gasto toda a sua criatividade naquele episódio e nos entregariam um final no melhor estilo “what just happened?¿”.

Não dá pra não querer que os episódios sejam intensos, que não aconteçam coisas grandiosas. A temática do seriado é essa, um hospital grande, em uma cidade grande, o mínimo que você espera é que em todo season finale alguma coisa pesada destrua a harmonia de tudo e de todos. E a sétima temporada foi a única que não teve um final grandioso, que apresentou um final mediano, com dramas medianos, alguns até descartáveis e desnecessários.

Sem querer ser pessimista (já sendo), desta vez meu medo é que a mesma coisa se repita. Mas vamos deixar o season finale pra março/abril e nos concentrar no agora. O episódio 10 da oitava temporada resgatou um clima de urgência e agonia que a série perdeu há cerca de duas temporadas. Sabendo que os médicos não iriam contar à Altman que seu marido havia morrido até que ela saísse da cirurgia, a pergunta que ficou agoniando durante meio episódio foi “até quando?¿”. E o momento da revelação não podia ter sido mais emocionante.

Uma das características mais marcantes da Christina, e talvez o que faça ela ser tão querida pelos fãs da série, é que ela não tem sentimentos. Mas eu acredito que esse não é bem o caso. Pra mim, ela trava uma batalha diária com seus próprios sentimentos, fazendo o possível para não expor o que está sentindo, poris ela é médica, ela quer ser a melhor cirurgiã de todas, então ela precisa ser forte, durona. Muitas vezes quando ela olha pro nada, dá pra ver em seus olhos tudo que ela está sentindo, toda essa batalha que ela trava pra não deixar ninguém perceber esses sentimentos.

A morte do Henry me pegou de surpresa, apesar de acompanhar todo o drama dele no hospital para se recuperar de um câncer, imaginei que o personagem fosse ficar na série, mas já devia ter desconfiado, uma vez que ele e Altman eram um casal feliz, e ninguém pode ser feliz em Grey’s. Se a felicidade atingir seu momento pleno, alguma coisa irá acontecer. Por isso minha taxa de procupação estava mais elevada no episódio do acidente da Callie, e até hoje ainda me preocupo, porque ela e a Arizona são muito felizes, então alguma coisa deve estar pra acontecer.

E a jogada de fazer o público gostar da nova namorada do Mark foi um golpe baixo, porque nós temos que ser “team Lexie”, mas agora tá difícil torcer pra que o relacionamento acabe. Um dos melhores momentos do episódio foi a Lexie dizendo “droga, agora eu gosto dela”.

Eu já imaginava que não fosse acontecer nada com a Meredith e o Alex, mesmo quando ele entrou em um processo de euforia mais pro meio do episódio, porque esse tema de “acidente leve, nada aconteceu, de repente a pessoa morre” já foi abordado algumas vezes, não pode ser tão repetitivo (O Dell morreu assim em private Practice).

Esse episódio me fez lembrar quase todos os episódios da segunda à quarta temporadas, quando a série estava no seu auge absoluto, e em um único episódio você conseguia rir, chorar, ficar nervoso, se preocupar, e principalmente se decepcionar com algumas coisas que não acontecem do jeito que vc queria mas ainda assim vc fala “sensacional”.

Temporada 8 – Episódio 10 – Isso é Grey’s Anatomy em sua melhor forma.

Promo do próximo episódio. S08E11

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